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sábado, 31 de julho de 2021

Meta do set 17 e previsões para o 18

 Bem, faz um tempinho que não faço uma análise dessas, não é?


De qualquer forma, vou colocar dessa vez mais detalhes e usar os subclans invés dos clãs. Não só isso, mas também vou colocar alguns atributos de valor numérico com as seguintes bases: Ataque; Consistência; Recursos; Defesa e Explosão.

Uma rápida explicação do que cada um é.

Ataque: Como o deck lida com defesa. Basicamente, ele é capaz de quantos ataques por turno? E quanto de dano ele pode gerar? E qual o custo? Tudo isso entra aqui.

Consistência: Qual a facilidade que o Deck tem de fazer o que ele pode? E quanto isso custa?

Recursos: Como o deck lida com o gerenciamento de seu campo? Ele pode gerar mais do que ele tem? Ele pode recuperar o que ele gastou? 

Defesa: Como o deck lida com ataques? Ele consegue procurar cartas para a mão? Ele tem um bom motor? Ele tem números de Crossride? Ele consegue proteger seu campo?

Explosão: O quão fácil o Deck gera poder de ataque no seu turno ideal? E o quão rápido isso é? E quão forte é o turno ideal?


Vale lembrar também que não vou cobrir os decks Rogue para não deixar o artigo muito grande.

Bem, vamos começar. 


Tier 1: 


Liberator (20)

Ataque 4

Consistência 4

Recursos 5

Defesa 3

Explosão 4


Silver Thorn (19)

Ataque 5

Consistência 5

Recursos 3

Defesa 1

Explosão 5


Revengers (18)

Ataque 4

Consistência 3

Recursos 4

Defesa 3

Explosão 4


Tier 2

Nouvelle (17)

Ataque 3

Consistência 3

Recursos 5

Defesa 3

Explosão 3


Jewel Knights (17)

Ataque 3

Consistência 3

Recursos 4

Defesa 4

Explosão 3


Blaus (17)

Ataque 3

Consistência 3

Recursos 3

Defesa 3

Explosão 5


Overlord The End (17)

Ataque 3

Consistência 4

Recursos 3

Defesa 4

Explosão 3


Regalia versão full draw (17)

Ataque 3

Consistência 3

Recursos 4

Defesa 3

Explosão 4


Maelstrom (17)

Ataque 4

Consistência 3

Recursos 3

Defesa 3

Explosão 4


Tetra-Drive (17)

Ataque 4

Consistência 3

Recursos 3

Defesa 2

Explosão 5


Tier 3

Machnings (17)

Ataque 3

Consistência 3

Recursos 3

Defesa 4 

Explosão 4


Celestials (16)

Ataque 2

Consistência 4

Recursos 5

Defesa 5

Explosão 2 


Regalia versão full crit (16)

Ataque 4

Consistência 2

Recursos 3

Defesa 2

Explosão 5


Regalia versão mista (16)

Ataque 3

Consistência 3

Recursos 3

Defesa 4

Explosão 3


Eradicators (16)

Ataque 3

Consistência 4

Recursos 3

Defesa 2

Explosão 4


Duo (16)

Ataque 3

Consistência 3

Recursos 4

Defesa 3

Explosão 3


Trans-glory (16)

Ataque 3

Consistência 3

Recursos 3

Defesa 3

Explosão 4


Tier 4:

MLB (15)

Ataque 3

Consistência 2

Recursos 3

Defesa 4

Explosão 3


Daiyusha (15)

Ataque 3

Consistência 2

Recursos 2

Defesa 3

Explosão 5


Magatsu (15)

Ataque 2

Consistência 3

Recursos 3

Defesa 3

Explosão 4


Dauntless (15)

Ataque 3

Consistência 3

Recursos 3

Defesa 4

Explosão 2


Phantoms (15)

Ataque 3

Consistência 3

Recursos 3

Defesa 3

Explosão 3


Battle sisters (14)

Ataque 1

Consistência 4

Recursos 4

Defesa 4

Explosão 1


Ezel (14)

Ataque 3

Consistência 3

Recursos 3

Defesa 2

Explosão 3


Dark Irregulars (14)

Ataque 3

Consistência 3

Recursos 3

Defesa 2

Explosão 3


Magus (14)

Ataque 2

Consistência 3

Recursos 3

Defesa 3

Explosão 3


SOL (13)

Ataque 1

Consistência 4

Recursos 4

Defesa 3

Explosão 1


Nubatama (13)

Ataque 2

Consistência 2

Recursos 3

Defesa 3

Explosão 3


Vermillion (13)

Ataque 3

Consistência 2

Recursos 3

Defesa 2

Explosão 3


Star-vaders (13)

Ataque 2

Consistência 3

Recursos 2

Defesa 4

Explosão 2


Dudley (13)

Ataque 3

Consistência 3

Recursos 1

Defesa 2

Explosão 4


Granblue (13)

Ataque 2

Consistência 3

Recursos 5

Defesa 3

Explosão 2


Maiden (13)

Ataque 1

Consistência 3

Recursos 3

Defesa 3

Explosão 3


Leopald (13)

Ataque 3

Consistência 2

Recursos 3

Defesa 2

Explosão 3


Musketeer (13)

Ataque 3

Consistência 3

Recursos 3

Defesa 2

Explosão 2



Beast Deity (12)

Ataque 3

Consistência 2

Recursos 2

Defesa 2

Explosão 3


Ancient Dragon (12)

Ataque 2

Consistência 2

Recursos 3

Defesa 2

Explosão 3


Bem, agora que vimos isso, vou fazer minhas previsões para as tiers 1 do próximo meta:

Seekers, Liberator, Brawler e Silver Thorn como um gate keeper. 

segunda-feira, 5 de julho de 2021

Elevando o Câncer: Garmore Holy Shine.

 Bem, faz um tempo que não apareço, né *Insira risada sem graça aqui*.

Sinto muito pela demora, estava numa fase ruim, mas agora voltei, e com um novo quadro. 

Quer jogar com aquele deck meta, mas não tem as peças necessárias para vencer? Quer irritar jogadores de Meta com um deck inteiramente free2play?

Não se desespere! Eu lhes trago o "Elevando o Câncer"! 

Aqui, o objetivo é simples. pegar um deck no Meta, e criar uma versão f2p e que consiga jogar contra o Meta Atual, além de irritar os jogadores.


Como devem ter observado pelo título, o deck de hoje é Garmore Holy Shine, uma mistura de Garmore e Holy Shine Dragon. 

Quero estabelecer as regras do desafio aqui. Metade das cartas do deck devem ser C, R, recompensas da Ranked, ou PGs. No caso de Liberators, é simples, pois 12 das cartas do deck são recompensas. 

Com um quarto do deck fora, vamos para o objetivo.


Pelo fato que o objetivo do deck é dar Ride no Garmore primeiro e usar o LB do Holy Shine depois, para criar um loop infinito de defesa para nossas rears, queremos um campo cheio de Liberators... Sempre. 

Depois disso, como não usamos o efeito do Garmore, precisamos de uma fonte estável de draws e calls. 

Com isso fora do caminho, a próxima coisa que devemos pensar é na "Imagem de vitória do Deck". Como vamos vencer com ele? Como damos nosso final turn?

Esse deck tem 2 formas de tal coisa, todas usam o Garmore + Holy Shine como setup para isso. 

Primeira, usar o BBL para se livrar dos intercepts constantemente.

Segunda, usar o Gancelot Zenith, como a build padrão nos ensina.

Com tudo isso, eis aqui o deck:


Bem, coisas importantes. Sempre é ideal começar com um Barcgal ou Balin, mas se tiver o Balin, não desça ele logo de primeira. Vários decks se beneficiam de Retire, e você não quer perder o Balin. 

Outra coisa importante é que o Garmore + Holy Shine loop é o setup para os turnos. Vocês querem ser agressivos, mas só deem ride no Gance quando tiverem certeza que podem acabar com o jogo naquele turno. 

Agora, vamos as estratégias do Deck.
O Draw Power vem da Merron e do Josephus. Eles que lhe darão as peças que você quer, então tenha certeza de embaralhar eles no deck, para que possa triggar os efeitos dali. 
Você quer sempre começar com o Garmore na mão. Não importa se isso significar voltar o Holy Shine no Mulligan, exceto em casos como Link Joker, sempre busque um Garmore na mão. 
Outra coisa importante. O Barcgal é a principal forma de chamar para o campo. Você deve tentar ter ou ele ou o Star Rain na mão. 
Para a última dica, não coloque os G1 direto na linha de frente. Essas cartas são literalmente o mais importante para o Liberator, e você não quer gastar os recursos dessa forma.

Enfim, me despeço aqui. Espero que tenham gostado da lista e do artigo. 

Até mais. 


terça-feira, 27 de abril de 2021

Meta decks da Season 14 e previsões para a próxima (global)

Oi, eu sei, estou atrasado e sim, estou devendo alguns posts, mas devido a faculdade, eu não pude postar. 
De qualquer forma, vamos começar esse post.


Tier 1: 
Os decks mais fortes do formato, ou aqueles que enfrentei com mais frequência.

Link Joker
Sem dúvidas, aquele que eu mais enfrentei esse mês. Um deck extremamente poderoso, pois ele consegue manter muitos decks em cheque. Não só isso, mas a estratégia do CBD serve tanto para ofensiva, retirando um intercept, quanto defensiva, tendo uma pg a mais a todo o momento. 

O deck tem como objetivo lockar uma carta da frontrow, e depois usar o efeito da Colony Maker para chamar o Palladium do deck, o que lhe dá um turno extra de lock antes do lb. Isso permite ao deck tanto opções ofensivas quanto defensivas.

Kagero
Enquanto admito que não enfrentei tantos decks Kagero, a força do deck ainda está aí. Ele pode facilmente empurrar um oponente do 3 ao 6, além de ser especialista em Retire, o que o permite botar a maioria dos decks em cheque. 
Enquanto eu admito que ele peca um pouco atualmente contra o CBD, o que meio que ferrou minha previsão do mês passado, eu também sei que ele dá uma boa luta contra o deck. 

Dark Irregulars
Não preciso explicar o porquê desse deck ainda ser absurdo, eu acredito. Não só ele checa todos os decks de LB, como também é o único deck que tem chance contra Link Joker atualmente. 


Tier 1.5 

Nova Grappler
Enquanto ele perde contra Link Joker e Reiji, eu acho que a nova build com o Mound consegue destroçar todos os decks atuais do formato, conseguindo levar o adversário do 2 ao 6 caso o oponente não tenha 2 pgs. O que isso significa? 
Significa que tu pode deixar o oponente no 3 de dano e então matar o adversário no turno do Break ride. 
Se você não sabe o quão absurdo isso é, imagine um Reiji porém um pouco pior. 

Tier 2: Decks que não encontrei com tanta frequência, mas que ainda assim conseguem jogar contra decks da tier 1.5, perdendo para a tier 1.

Narukami
Agora que Gold Paladin foi checado contra Link Joker, eu pude jogar com mais facilidade com Narukami, e tenho que admitir, que, se usar a build de Vowing, o deck ainda faz muita coisa.
Planejo trazer a build que usei nessa season, mas por enquanto, vamos apenas dizer que o deck consegue fazer muito ainda. 
Seja com o starter que dá um critico a mais para um Vowing quando retirar algo do adversário, ou até mesmo o board whipe do Reverse, esse deck normalmente retira 2-3 rears por turno, e normalmente ataca com 2 críticos. 

Angel Feather
Sim, angels. Eu tenho que admitir que me surpreendi com o quão bom celestials ficou com o novo g2. Não só ele permite 5 ataques no turno, como também ajuda a manejar bem os recursos. 
Enquanto a Reverse não é tudo isso, o deck ainda tem units interessantes, como Hellm e Zarachiel, além de Metatron, que é um ótimo Boss. 

Shadow Paladins
Pois é, Shadows tem ainda força. Eles não conseguem jogar bem com vários decks do formato, mas eles counteram Naru, e tem um match-up interessante contra Link Joker. Normalmente, aquele que consegue o Break ride primeiro numa partida de Revengers e Link Joker ganha, então tomem cuidado com isso. 

Neo Nectar
Sim, esse deck ficou forte demais depois do evento (sinto que devia ter feito um post disso). 
O fato é que, com o novo vanguard, é muito fácil enviar o adversário de 3 a 6, se o mesmo não tiver pgs, e mesmo que tenha, você pode simplesmente negar o dano, impedindo o lb do oponente. 
Eu me surpreendi positivamente com o deck, e colocaria ele como tier 1.5, se não fosse o Link Joker, pelo fato simples que ele tem um turno de kill muito fácil depois de empurrar o oponente para cinco  com a Muse.
O que isso quer dizer para o meta será definido na próxima season, com o Ezel grand scizors, que vai quebrar o Link Joker.

Great Nature
Graças ao fato de que esse deck tem um draw power considerável, ele consegue jogar melhor contra LJ do que Pale Moon, algo relevante num meta cujo o deck mais forte e usado é o CBD. 
Ele ainda assim perde para outros decks mais fortes. 

Genesis
Sim, o deck peca contra Link Joker, mas o simples fato de que o deck tem o filtro e pode fazer um drive a mais ainda o torna uma ameaça considerável. 

Tier 2.5: Decks que conseguem jogar contra a Tier 2, mas que perdem para as tiers mais elevadas. 

Pale Moon
Sim, infelizmente, com o CBD, Pale Moon perde seu espaço na tier 1. Junte isso ao fato de que Nova Grappler faz o multi ataque melhor que o turno de Eva, e junte o fato que, com LJ como está atualmente, a Dreamy fortress é praticamente inútil, o deck perdeu muito espaço. 
Enquanto ele ainda consegue competir contra Genesis e ganhar até de Great Nature, eu não enfrentei muitos oponentes com Pale Moon, além de que, se ele pudesse competir contra Nova Grappler, ele estaria na Tier 2, e eu não vi isso ocorrer. 

Gold Paladin
Me dói fazer isso, mas enquanto Ezel Grand Scizors não chegar, esse clã ficará aqui por algum tempo.

Dimensional Police
Sim, essa Tier está maior do que eu esperava, mas sim, Dimensional Police consegue jogar facilmente contra decks de tier 2, mas não lida bem contra o turno de Break ride do Nova grapper, uma pena. 
Esse deck consegue usar tanto a opção do turbo Daiyusha, o que lhe permite causar muito dano com um único ataque, mas também a do Break Ride Daikaizer, o que tira o oponente da zona de LB, ou o mata.
O único problema é que ele depende da sorte na checagem de trigger, mas fora isso, o deck é assustadoramente forte. 

Royal Paladin
Bem, eu testei o deck MLB e tive uma surpresa positiva. 
Graças as novas pgs, o oponente não defende em ataques com critico 2 no terceiro dano, logo, com a opção do g4, você tem um turno em que pode atacar todas as units do oponente, ignorando intercepts, o que lhe dá um turno em que, se o oponente não tiver 3 pgs, ele morre.
O problema é se ele tiver, o que meio que torna essa opção uma aposta muito arriscada.

Murakumo
Bem, Murakumo ainda tem a opção de rushar o oponente, então eu não diria que ele é tier 3, mas é definitivamente próximo disso. 

Nubatama 
Assim como seu irmão de nação, esse clã é recente e simples. Ele é fraco ainda, mas, pelo fato do discard afetar muito o LJ, é uma opção interessante. Infelizmente, ainda precisa de sorte e por isso está aqui. 

Spike Brothers
Enquanto o deck não foi muito visto na ranked, ele ainda tem um bom potencial ofensivo. Infelizmente, não o bastante para enfrentar Dark irregulars, que quebra o Break Ride, ou Link Joker, que controla o campo.

Tier 3: Decks que não enfrentei ou que não tem quaisquer chance no meta atual.

Bem, todos os clãs que não foram citados nas tiers acima.

Agora, sobre a minha previsão para a próxima tier.

Tier 1: Gold Paladins (Liberators), Royal Paladins (Jewel Knights), Nova Grappler, Kagero e Genesis.

Esses são os decks que eu acredito que mais vão jogar no próximo formato. Ainda assim, vendo como as coisas podem mudar, nada está claro. Acredito que, mesmo com o Zenith, é possível que achem alguma carta que possa equilibrar as coisas para as tiers mais baixas. 

Bem, agradeço o tempo de vocês e me despeço.



quarta-feira, 7 de abril de 2021

Deck Liberator para Global (Abril, season 1)

 Bem, vamos começar?




Certo, vamos aos line-up de g1:
Como sempre, o combo de Barcgal + Josephus é a melhor coisa que podemos ter. Ele nos dá uma carta extra, e só uso dois dele, pelo simples fato de que, com esse deck, é muito mais fácil usarmos a Silver fang witch.

O motivo de tal coisa? Bem, já entraremos nisso. Como podem ter percebido, esse deck usa muita draw. O motivo para isso é, entre outras coisas, o CBD e o turno de Mound de NG.
Você precisa sobreviver a esses turnos, o que não é fácil, considerando o poder dos dois decks. O turno de Mound não só pode levar o oponente de 2-6 com facilidade assustadora, como também, se não tiver retire, ou seja, o BBL, não poderá enfrentar o CBD.
O turno de BR de ambos LJ e NG é muito complicado de jogar contra, pelo fato de que é necessário pensar no turno seguinte. contra um, e finalizar o jogo contra o outro. Portanto, um aspecto chave desse deck é: Paciência. 
Não jogue como se sua vida dependesse de uma vitória em 5 minutos. Caso seja necessário, deixe o oponente em 3, e depois comece a comer os recursos dele, ou encher os seus. 
Vai chegar uma hora que, no caso de CBD, eles não poderão fazer nada contra o seu campo, e então você ganha no próximo turno, ou com Mound, eles terão o turno de Break Ride, mas não terão recursos o bastante para fazer desse um turno assustador. 

Bem, voltando ao deck.
Próximo disso, temos as g2 do deck. 
Eu uso o BBL pois, como expliquei em posts passados, ele é a alma do deck, mas como devem ter percebido, estou usando coisas diferentes do ultimo post.
Nesse caso, o Reinet, e o Phallon. 
A ideia é simples. O reinet ajuda a sempre ter um BR pronto, não importando a dificuldade, e o Break ride é fundamental nesse deck, por isso a Silver Fang witch é tão eficiente. 
Já o phallon é simplesmente para termos um g2 que ataca sobre g3. Isso é importante para quando estivermos no turno de Garmore, e, sem poder chamar do topo do deck, você quer um batedor eficiente, pois normalmente, você vai usar o turno de Garmore para voltar um g3 para o final do deck. Normalmente um heal, logo, por conseguir bater com 12k, ele não precisa de boost normalmente, o que em condições ideias, lhe daria 3 ataques contra o vanguard. 
O motivo do Tripp estar aí é simples. O deck come muito CB, por isso, ele é necessário. Você o usa para sempre ter recursos. 

G3. Bem, agora entramos num território interessante.
Eu não uso 4 garmores, pois não tenho. De outra forma, eu usaria eles sem pestanejar. Essa build, no entanto, se provou boa mesmo sem o foco no garmore. 
Ele protege suas unidades, o que é essencial no turno de LB do Chaos Breaker. Não só isso, mas ele também é um refil fácil do campo inteiro, o que foi útil contra diversos decks. 
No caso, um plano sólido é usar o Garmore para encher o campo e, no próximo turno, usa BBL. Caso o oponente ainda sobreviva, só use o Platina Ezel e encerre o jogo. Esse plano funcionou em todas as partidas que eu joguei até agora.

Quanto aos Gancelots. Ele está aí como o ride target principal. Ele lhe dá um intercept com retire, o que lhe permite atacar duas vezes no vanguard sempre. Não só isso, como também funciona extremamente bem no turno de Platina, visto que cada coluna que você usa com esse combo acerta com mais de 31k.
Fora isso, temos o Bleoberis, como um Heal feito para voltar para o deck. Ele também é útil como um BR extra. 

Quanto ao starter, não tem muito segredo. O Wingal brave adiciona o BBL para sua mão direto do deck, o que o torna útil contra Kagero e LJ. O motivo é simples. Não dá para retirar, ou pôr em lock, o que não está ali. 
Além é claro do fato óbvio dele dar uma carta extra para a Soul, o que é útil para a silver fang witch e o Josephus.

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Como jogar contra Chaos Breaker (Global): parte 1 (Dragon Empire)

 Oi, meus caros.


Se você está com problemas pois Chaos acabou de chegar, esse post é para você.

Aqui, colocarei as ideias de como enfrentar Chaos Breaker com todos os clãs que tem alguma chance contra ele, ou que eu consegui pensar em algo. Ou seja, os seguintes clãs:


Kagero:

Talvez a pior match-up de chaos breaker. O deck de Chaos depende um pouco do Palladium. Ele ainda consegue jogar sem o mesmo, mas para isso, ele precisa do Chaos breaker em campo constantemente. O motivo de Kagero dar tanto trabalho ao Chaos breaker é pelo critic. O nouvelle g2 consegue retirar uma carta do campo do oponente com um cb de custo.

Isso significa que o oponente precisará constantemente retirar suas coisas se ele quiser atacar duas vezes no vanguard, o que lhe dá um espaço livre no próximo turno, o que significa mais pressão ofensiva. 


Narukami:

Semelhante a Kagero, Narukami dá certo trabalho para Chaos, mas não só pelo fato de retirar o Palladium, mas também pelo fato de que, com um circulo da front row em lock, temos uma carta a menos para atacar, o que dá ao nosso oponente uma pg a mais... a menos que nós tenhamos ele, o clássico Vermillion.

Sim, meus amigos. Vermillion e o The Blood podem derrotar o Chaos pelo fato de terem tantas cartas que ignoram intercept nos seus decks. 

Dói ter um ataque a menos, mas não dói tanto em vermillion, que ignora os intercepts e ataca com um critico, se for o The Blood. 

Só tome cuidado com o CB, use-o quando seu oponente tiver que usar uma pg, se não morre. 


Nubatama:

E falando em mão, aqui temos um exemplo de deck que pode jogar de forma perfeita contra Chaos. Pelo fato de que você deve descartar duas cartas, seu oponente perde 2 recursos ao usar o efeito do Chaos breaker.

Ao usar Nubatama e sua especialidade, você pode facilmente derrubar seu oponente, impedindo ele de se usar o efeito do Chaos breaker, o que lhe dá mais oportunidades ofensivas e defensivas.  


Murakumo: 

Bem, já que Chaos Breaker só aparece no midgame, podemos ganhar uma boa vantagem no early, e como Murakumo já provou ser capaz de empurrar o oponente de 0-5 nesse período de jogo, por que não fazer tal coisa?

É verdade que Chaos Breaker é um monstro quando aparece, mas podemos obter uma vantagem tão grande com Murakumo que é possível vencer sem precisar se preocupar com o Limit Break do Chaos Breaker. 

Além disso, graças a Shirayuki, também é possível parar os ataques do oponente, sem usar a PG. 


Bem, é isso. Eu falaria de Tachikaze, mas não sou experiente o bastante com o clã para ver uma forma dele ganhar. 

Agradeço e até breve

quarta-feira, 31 de março de 2021

Meta decks da Season e previsões para a próxima Season (Global)

 Oi amigos. 

Venho aqui trazer os decks mais fortes dessa season, junto com a previsão para a próxima, no início de Abril.


Tier 1:

Esses são os decks mais fortes, ou os que enfrentei com mais frequência.

Kagero:

O motivo desse deck estar aqui é simples. Ele é o que mais tem opções no meta atual, junto com força. Temos a build de DDDDote, que é uma forma simples de levar o oponente do 3 ao 6 se ele não tiver pgs junto a conseguir recursos. 

Ainda assim, mesmo que você leve o oponente ao quinto dano, você tem a opção do Nouvelle, que cancela qualquer heal trigger. 

A segunda build é DDD Nouvelle. Uma build consistente e que pode facilmente retirar unidades do oponente com o Critic. Ela não é tão forte quanto o DDDDote, visto que perde recursos e que, se não conseguir derrubar o oponente no mesmo turno, vai ser difícil seguir. Ainda assim, ela é uma das mais fortes, visto que temos o Critic para retirar unidades com um CB, e o nouvelleroman, que aumenta insanamente a consistência, enquanto volta um Heal para o deck.

Ainda tem algumas builds experimentais, como o DDD Hulk Blast, que se foca em perder 4 cartas para atacar duas vezes, uma com um vanguard com 2 de dano, e outra com o mesmo vanguard com 3 de dano. O problema está claro. Se o oponente tiver duas pgs, você perde pela falta de recursos. 


Pale Moon:

Bem, se Kagero é o deck que é mais rodado nesse meta, Pale moon é o contra golpe perfeito. Não só temos Luquier reverse como build mais popular, que permite atacar 4 vezes no vanguard no turno do Break Ride, como tambem temos a build mais sólida, e mais forte no geral, a build de Dreamy fortress. 

Enquanto a build de Silver Thorn é forte, ela não é a mais sólida contra Kagero, caindo muito fácil. Tal coisa é corrigida com a Dreamy fortress, que com o setup correto, pode chamar até 3 cópias da soul, parando o ataque completamente. Além disso, com a Luquier Reverse como vanguard, você sempre ganhará +5000 de poder, o que significa que, mesmo que seu oponente use o efeito do Dragonic Overlord normal, sua Luquier ainda ficará com 26000-33000 de poder. Isso lhe dá uma defesa que não pode ser quebrada. 


Dark Irregulars:

Após isso, temos o destruidor de Limit Break, aquele que é, possivelmente, o deck que mais dominou a primeira season desse mês, Reiji.

O setup de 15 cartas na Soul é algo fácil de conseguir nesse deck, não só isso, mas os 3 criticos param os decks de limit break ainda no terceiro dano, o que impede o break ride, ou seja, lá se foi metade dos decks de tier 2. 

De fato, esse deck é tão forte que um dos comparativos que eu uso para se um deck é ou não Tier 1 é se ele precisa do Break ride ou não. Em outras palavras, ele é aquele que guarda o portão da Tier 1, um inimigo imensurável que não pode ser vencido normalmente. 


Tier 2:

Aqui vão os decks que não conseguiram passar do Dark Irregulars. Decks dependentes de Break Ride, ou que são frágeis demais contra Kagero, ou que não tem formas de passar por cima da Dreamy fortress.

Shadow Paladins:

O motivo é simples. O turno do Raging form é muito mais fraco sem o break ride do Mordred. Fora isso, o deck retira com facilidade, além de conseguir levar o oponente do 3-6 caso não haja pgs. Um deck bom, mas que é carregado por apenas um único vanguard. 

A falta de opções dos Revengers afetou e muito eles, ainda mais num formato em que os players tem que achar outras formas de conseguir jogar sem o Break ride, por isso ele está na Tier 2. O deck ainda é bom, mas tem muita fragilidade. 


Oracle Think Tank:

Sim, muitos pensaram que essa build estava morta, mas eu achei uma versão de Battle sisters que, além de extremamente irritante para vários decks, é como um Antimeta. 

Planejo trazer tal build no futuro, mas por enquanto, vamos apenas dizer que ela countera todos os decks na tier 1, só perdendo para Pale moon.


Gold Paladins: 

Sim, esse deck cai na Tier 2 pelo mesmo motivo dos Shadow Paladins. No momento, com o Reiji em cena, um deck que usa break ride como esse acaba caindo aos pedaços. 

Os Liberators são um deck consistente, mas não conseguem acompanhar decks de Tier 1, já tendo problemas contra o Shadow paladin e alguns outros dessa lista. Fora eles, temos a build de Ezel, mas pelo fato de que é preciso muita sorte para usá-la, ela é imprevisível, o que não melhora muito a situação.


Narukami:

Eradicators ainda é um deck forte, mas pela falta de suporte, e pelo fato de que eles não usam damage dealers, os orgulhosos dragões do trovão caem ante ao Reiji. 

Não só isso, mas eles estão abaixo de Liberators pelo fato do Garmore, que como eu disse no post passado, é uma carta-chave pela proteção que ele dá, o que quebra vários decks de tier 2. O Kagero não está incluso, visto que o deck é tão poderoso que, mesmo sem Retire, ele ainda consegue ter multi ataques com o vanguard, junto ao Dragonic Overlord, que consegue eliminar qualquer intercept sem usar o Retire. 

O problema dos Narukami está na incapacidade de fazer outras jogadas fora do retire. Isso prende eles num estilo de jogo único que, até ser corrigido ou algo mudar no Reiji, impedirá eles de subir nessa lista.


Nova Grappler:

Alguns pensariam que Ethics Blau acabou, mas ele ainda está bem forte. É um deck capaz de enviar o oponente de 2 para 6, mesmo com uma pg na mão, logo, ele ainda está ativo. O único problema está na dependência de Break ride da build e na fraqueza que ele tem contra Kagero, Narukami, Nubatama e Link Joker. 

De fato, ele é um deck que não gera muitos recursos no final, dependendo dos recursos que consegue no início. Ainda assim, ele é forte pelo poder agressivo que ele tem, pois, se o oponente não for cauteloso, ele pode perder o jogo rapidamente.

Fora essa build, temos Extreme e Reverse, mas Reverse é um Blau piorado, enquanto Extreme é uma build, no geral, mais inconsistente. 


Great Nature:

Esse deck, com o Break Ride, ganhou um potencial ofensivo enorme. Tão grande que ele é um Ethics Reverse, porém melhorado. O problema está no limite de ataques do turno de Break Ride, mas ainda assim, é um deck forte capaz de levar o oponente de 4-6 sem depender de triggers. 


Spike Brothers:

Por mais que esse deck dependa do Break ride, ele tem a capacidade de levar o oponente de 3-6 com facilidade, além de voltar um heal.

O problema é que, no momento, Nova Grappler e Great Nature fazem o que Spikes faz, porém melhor.

 

Link Joker:

Falando no destruidor de mundos, eu pensava que esse deck ia cair aos pedaços com o Reiji, mas fiquei surpreso quando os usuários de Link Joker começaram a usar a Ride Chain para dar um V-lock no oponente. Ainda cai perante o Reiji, mas é a build mais usada no momento. Uma build que ganha de vários decks dessa tier e da tier 1 se o oponente não tiver o setup necessário. 


Tier 3:

Aqui estão decks que tem ou versões pioradas dos decks das builds acima, ou estão tão desatualizados que caem facilmente.

Aqua Force:

Esse deck seria tier 2, se não fosse Link Joker. Contrário ao que muitos acreditam, o deck ainda tem sua build mais forte no Glory Maelstrom, pelo fato dele ser quase um tom com critico. 


Royal Paladins:

Pelo fato da build mais poderosa depender do Break Ride, ele cai nessa categoria. Ainda é possível jogar com esse deck usando damage dealers, mas ele não consegue acompanhar os outros decks mencionados acima, em especial o guardião do portão da tier 2, Link Joker. 


Granblue: 

O deck melhorou e muito. O fato poder encher o campo o coloca em tier 2, o problema está na falta de Retire. O deck só está na Tier 3 por conta do Link Joker, além da falta de opções ofensivas, fora o multi ataque com o Thanatos. 

O turno de Break ride pode ser usado de novo e de novo, com o Soul Blast da sb1 draw 1, usando o superior ride da drop zone, o que lhe dá 3 cartas, duas do break ride e uma do ride target. 

Contanto que você tenha o break ride na mão, esse deck não perde o rítmo nunca.


Murakumo:

Um deck com um forte turno 2 e 3, podendo acabar com o oponente rapidamente. O problema é que ele cai por terra contra decks que conseguem manter uma forte defensiva, pois não consegue manter a velocidade dos turnos 2 e 3 para sempre. 


Genesis:

Um deck forte, que estaria na Tier 2, se não fosse a facilidade de deckout e a dependência de critical triggers. 


Nubatama:

Esse deck tinha tudo para dar certo. O problema está na dependência de draws, o que significa que ele não pode chamar cartas do deck ou comprar cartas, ele só pode mexer nos recursos do oponente. Vários decks de Tier 3 tem esse defeito.


Tachikaze:

Um deck capaz de atacar com 3 danos, porém para tal, precisa ter um setup bom. Não só isso, como o fato dele ter apenas o poder critico dos Jewel knighs, dependendo do sacrifício de outras cartas, torna esse deck um tanto fraco. 


Dimensional Police:

Um deck forte, porém que depende de setup, assim como Tachikaze. O problema aqui é simples. Commander Laurel, por mais forte que seja, tem concorrentes que fazem o que ele faz, porém melhor.

Até o Break ride chegar, esse deck será fraco ainda. 


Angel Feather:

Esse deck tem sua build mais forte nos Celestials, mas pela falta de Retire, ele ainda tem um máximo de 1-2 ataques no vanguard, sendo que isso só ocorre no quarto dano para baixo. 

Fora isso, ele é provavelmente um dos decks mais fortes da tier 3, perdendo para Aqua Force.


Bermuda Triangle:

O deck, por mais que seja fraco, ainda tem um turno de break ride forte, com um critico e 10000 de poder extra natural. O problema está no que vem depois disso. 

Ele cai por terra depois do Break ride, pois não consegue manter o ritmo, tendo que terminar com o oponente antes que o deck perca muitos recursos. 


Tier 4: Esses são os decks rogue, que não conseguem fazer bem o que se propõe. São eles:

Mega Colony;

Neo Nectar;


Previsões para a próxima season...


Na próxima season, provavelmente, o Reiji vai receber a errata de Limit Break, o que significa que o deck ficará bem mais fraco.

Fora isso, também teremos como deck mais usado Chaos Breaker, que chegará amanhã no zero.

Acredito que, com o novo g3 dos novas, eles vão parar no top. Não sei quanto a Aqua force, mas espero que muitos players joguem com esse clã. 

Além disso, também virá o Break Ride de Dimensional Police, o que significa que o deck voltará a tier 1-2 até as pessoas aprenderem a lidar com ele. 

No geral, creio que a Tier 1 da próxima season será composta por:

Nova grappler (Se o novo blau kluger vier)

Kagero 

e Link Joker. 

Não sei quanto a angels, pois talvez o suporte que venha tenha retire, e se isso ocorrer, eles podem acabar entrando na tier 1 também. 


Agradeço a atenção.

segunda-feira, 29 de março de 2021

Deck Liberator para Global

 Oi, caros amigos.


Vim aqui trazer um exemplo de Deck Gold Paladin para Vanguard Zero.


Aviso que não testei como ele se sairá contra Chaos Breaker, porém, dado o estilo de jogo de Link Joker no mundial, acredito que ele se saíra bem.


Grade 0:

O Starter é Wingal Liberator. Sua Skill é na Rearguard, quando ele boosta uma unidade Liberator, ao final da batalha, ele adiciona um BBL (Blaster Blade Liberator).


Grade 1:

Temos como a Line up de G1:

2x Sagramore

4x Josephus

3x Barcgal Liberator

4x Halo Liberator, Mark

A ideia aqui é simples. O Sagramore existe para que consigamos tirar valor de cartas inúteis na mão e ter uma forma de ter acesso ao Mark mais fácil.

Josephus está em 4 pelo fato de que você quer sempre ter mais cartas que seu oponente neste deck, logo o SB1 Draw 1 é útil. Isso permite uma agressão mais controlada no início, sem ter medo de ficar sem cartas no final.

E por fim, temos o Barcgal. Ele está aí para chamar cards como Josephus, além de nos permitir acesso a um field mais cheio para o Break Ride do Gancelot. Não só isso, mas sua presença nos dá segurança de chamarmos menos cartas depois, o que nos permite continuamente ter mais recursos que os oponentes. 


Grade 2:

Essa Line-up consiste de:

2x Saphir

4x Blaster Blade Liberator

3x Escrad

4x Tripp

Bem, como devem ter percebido, temos 4 CC. O motivo disso é simples. Queremos ter constantemente recursos e cartas como Escrad e BBL, além do Garmore, comem ditos recursos.

Por isso queremos que, ao chamarmos o Saphir com o efeito do Garmore ou do Escrad, ganhamos um CC a mais. 

O Tripp está aí para caso não consigamos o Saphir a tempo.

Por fim, Escrad. Esse cara é aquele que nos permite atacar cedo, portanto, você sempre vai querer ele na sua mão como ride de G2. Se tiver ele e um G1 para boost, é melhor ainda. Ele não só nos dá mais poder de fogo no início, como sua ajuda também vem a calhar no final e meio, para conseguir mais cartas. Em essência, ele desempenha o mesmo trabalho do Barcgal, porém permite múltiplos ataques na G2 ainda.

Logo depois, a estrela do show. Blaster Blade Liberator. Esse cara entra no campo e retira, ao custo de dois CB, qualquer rear do oponente. Isso é relevante para: Retirar Starters chatos no mid e end game, Atacar duas vezes no vanguard retirando intercept, ou controle de campo contra decks que não tem muita capacidade de gerar recursos.

Ele é adicionável pelo Break Ride do Gancelot e pelo Wingal Liberator, além de ser o combo com o Barcgal, portanto, o deck não teria metade da força que tem sem ele.

Grade 3:

Por fim, a linha de Triggers é essa:

4x Wolf fang Liberator, Garmore (Draw)

1x Goshawk Liberator, Cadeu (Draw)

4x Solitary Liberator, Gancelot (Draw)

4x Steel Spear Liberator, Bleoberis (Heal)

Como devem ter notado, a Lineup desse deck é 9 draws e 4 heals. Isso ocorrer pelo fato que esse deck joga em consistência e vantagem de cartas. Se você for usar uma linha diferente, também é possível, mas eu não recomendo.

Bleoberis serve como um Break Ride adicional, caso não tenha acesso ao Gancelot ou ao Garmore no turno do G3. Ele chama duas coisas do topo pelo preço de um CB, o que pode ser útil, mas também difícil de controlar. Felizmente, se usar o Garmore, é possível lançar os g3 e pgs que pode vir a chamar com esse efeito de volta para baixo do deck.

Falando em Break Ride, temos Gancelot. Ele é o ás do deck, pois permite dois ataques que vão acertar, indiferente de triggers, e adiciona o BBL, que como eu falei, é a estrela desse show. O melhor de tudo, ele faz tudo isso de graça, então não precisa se preocupar com o custo.

Após isso, Garmore. Ele está aí como o Ride target principal. Não só volta triggers para o deck, como também protege todos os Liberators no turno em que é posto, e tem um efeito que enche o seu campo pagando dois CB. De fato, a melhor carta do baralho contra vários decks no meta, tais quais Kagero, Eradicator e Revengers.

Por fim, Cadeu. Ele é o backup caso tudo falhe. Eu particularmente prefiro um Platina Ezel, mas não dá para voltar o Platina caso ele venha para a mão e você não precise usá-lo. 

O seu efeito é simples. Quando acerta, CB1 e chame a carta do topo. Nade de especial, considerando que só pode ser usado no VG e que tem que ser num circulo aberto. 


De qualquer forma, esse é o deck. Usem ele e me digam como ficou. Eu tenho usado e tenho tido várias vitórias contra diversos players. 

Até breve.